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28/02/2019 - 17h59

Reunião em Pelotas avalia andamento do termo de cooperação entre UFPel e Defensoria Pública

Articulador do convênio, CRF/RS participou do encontro que atualizou os resultados do trabalho de enfrentamento à judicialização da saúde realizado desde 2016.

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Reunião em Pelotas avalia andamento do termo de cooperação entre UFPel e Defensoria Pública

A Defensoria Pública do RS e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) firmaram em julho de 2016 termo de cooperação técnica para a execução do projeto “Inserção da assistência farmacêutica na resolução de processos de judicialização da saúde”. O acordo foi consolidado a partir da articulação do Grupo Técnico de Apoio aos Municípios na Assistência Farmacêutica (GTAM-AF) do CRF/RS, e possibilitou a formação de uma equipe de docentes para atuar junto com a Defensoria em Pelotas na análise e acompanhamento no atendimento aos assistidos que buscam por medicamentos na via judicial.

Na reunião desta quarta-feira, 27, com a defensora pública Gabriela Vaz e os professores do curso de Farmácia da UFPel Claiton Lencina e Paulo Corrêa, os assessores de Relações Institucionais e de Assuntos Estratégicos do CRF/RS, Everton Borges e Zelma Padilha, respectivamente, ficaram por dentro dos resultados do trabalho realizado desde 2016, que demonstrou a importância do farmacêutico no apoio técnico ao expediente dos defensores.

O entendimento geral é de que o assessoramento farmacêutico qualificou as demandas judiciais e colaborou, inclusive, para prescrições mais qualificadas, ampliando a complexidade das ações e justificando atualmente a adoção de práticas relacionadas à farmácia clínica.

No entanto, como ressalta o assessor Everton Borges, o trabalho deve se direcionar para um novo foco, incluindo e valorizando o acompanhamento do paciente que recebe o medicamento pela via judicial. “O apoio técnico farmacêutico favoreceu a redução dos ajuizamentos em saúde, porém também demonstrou a importância da farmácia clínica na ampliação da complexidade das demandas. assim, será trabalhado um projeto de acompanhamento do paciente que recebe medicamentos pela via judicial, visando comprovar a efetividade do tratamento, principalmente em relação aos medicamentos de alto custo”, disse Borges, salientando que o Conselho buscará promover a aproximação entre farmacêuticos que atuam nas Defensorias, no intuito de padronizar ações relativas ao apoio técnico farmacêutico nas instituições.






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